Na maioria dos casos, sim.
A abordagem recomendada é integrar mantendo compatibilidade com o que já existe, em vez de propor uma reescrita completa como primeiro passo, isso reduz risco e custo, e evita parar a operação para migrar.
Trocar tudo de uma vez costuma ser a opção mais cara e mais arriscada.
Faz sentido em poucos cenários, geralmente quando o sistema legado já não recebe mais suporte ou atualização de segurança.
